29/06/2022 - 07:31 - Esportes
Roni em Corinthians x Boca — Foto: Marcos Ribolli
Ao enfrentar o Boca Juniors nas oitavas de final da Libertadores com o primeiro jogo em casa, a projeção do torcedor era: é preciso vencer bem na Neo Química Arena para não viajar para a Argentina completamente no escuro e sem nenhuma vantagem. Não foi o que aconteceu.
O empate sem gols no jogo de ida, na última terça-feira, na Neo Química Arena, em termos de resultado, não foi bom para o Corinthians.
Apesar de ainda ter condições de avançar para as quartas de final jogando na Bombonera, como chegou a mostrar nos bons 45 minutos iniciais que fez no 1 a 1 da primeira fase, deixar a decisão para um jogo com o clima tenso do estádio argentino não parece ser bom negócio.
Ainda mais porque o Timão teve chances de marcar em Itaquera com Adson (duas vezes), Giuliano e Róger Guedes, que desperdiçou um pênalti ainda no primeiro tempo. Cássio, com uma defesa incrível em chute de Benedetto, garantiu o 0 a 0 no placar.
Mas apesar de ter criado chances, o Corinthians não foi eficaz.
Eram muitos desfalques: Maycon, Gil, Gustavo Silva, Renato Augusto, Du Queiroz, Rafael Ramos e Cantillo. E a lista foi aumentando: Fagner saiu com dores no intervalo, e Willian viu seu ombro sair do lugar nos minutos finais, mantendo-se em campo durante o tempo que suportou a dor.
O Corinthians foi o que conseguiu ser. E, ao olhar para o banco de reservas, Vítor Pereira só tinha reservas emergenciais. Jogadores que poderiam entrar para cumprir função em caso de necessidade, como foi com Bruno Méndez, João Pedro, Júnior Moraes e Fábio Santos. Ninguém para decidir jogo.
Globoesporte
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