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Diretora da Maternidade de Patos, Séfora Cândida, fala sobre morte de jovem que teve tromboembolia pulmonar; ouça

09/06/2022 - 17:53 - Gerais

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Diretora da Maternidade de Patos, Séfora Cândida, fala sobre morte de jovem que teve tromboembolia pulmonar; ouça

Diretora da Maternidade de Patos, Séfora Cândida, fala sobre morte de jovem que teve tromboembolia pulmonar; ouça

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A diretora da Maternidade Dr. Peregrino Filho, em Patos, Séfora Cândida, falou à imprensa, na tarde desta quinta-feira, dia 9, sobre o morte da jovem Rita Daiana, de 20 anos, que faleceu após complicações geradas por uma hemorragia. Segundo a diretora, não houve problemas durante o parto e Daiana deu à luz sem nenhuma dificuldade, mas apresentou hemorragia e, sem seguida, sofreu uma parada cardiorrespiratória, agravando o seu quadro de saúde rapidamente.

 

Séfora, disse que as equipes agiram rápido e fizeram o possível para evitar a morte de Daiana, mas, apesar dos esforços, ela acabou não resistindo e veio a óbito logo após a ocorrência. Séora garantiu ainda que não faltou apoio da maternidade e disse que a família da jovem acompanhou de perto todos os momentos. 

 

“Infelizmente foi uma fatalidade. Ela deu entrada na terça-feira para ter seu filho de parto normal, evoluindo bem, sem nenhuma intercorrência no parto. Mas nós fomos surpreendidos com o episódio de uma hemorragia, que resultou em uma reposição sanguínea. A tromboembolia pulmonar tem 50% de chance de ocorrer em puérperas que apresentam hemorragia pós-parto. Infelizmente, não tivemos êxito. Toda a equipe lamenta o que aconteceu, mas a Maternidade prestou toda a assistência à paciente. A família também presenciou todo o momento”, explicou a diretora.

 

A jovem chegou a ser intubada na UTI da maternidade, mas mesmo diante do protocolo de reanimação de pacientes, ela não respondeu aos estímulos e a equipe, portanto, não pôde fazr mais nada. 

 

"A paciente apresentou uma parada cardiorrespiratória, quando foi feito todo o protocolo de reanimação pela equipe médica, e da enfermaria até chegar à UTI, ela foi reanimada, e na UTI ela foi intubada, continuamos o protocolo de reanimação, mas não tivemos êxito. Todos da equipe lamentamos o que aconteceu. Eu etive na UTI no momento da reanimação e a família também presenciou a reanimação, mas foi uma fatalidade", afirmou a diretora. 

 

Ainda segundo Séfora, a paciente não apresentava nenhuma complicação, e durante o período gestacional não havia indicativo de que ela pudesse apresentar qualquer problema durante o parto.

 

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Blog do Jordan Bezerra | Policial 


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