Após corte de verbas publicitárias do Governo Federal, Globo decide perseguir Bolsonaro

23/01/2019 - 09:53 - Gerais

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Após corte de verbas publicitárias do Governo Federal, Globo decide perseguir Bolsonaro

Após corte de verbas publicitárias do Governo Federal, Globo decide perseguir Bolsonaro

 

Durante os últimos 3 governos (Lula, Dilma e Temer), o Estado brasileiro foi pilhado em bilhões de dólares.

 
Um patrimônio maior que o PIB do Chile e da Argentina (juntos) foi rapinado do povo brasileiro.

 
A Globo sempre colocou panos quentes e maquiou os fatos. Por quê?


Por ser beneficiária direta de verbas de publicidade vindas do Governo Federal e de empresas públicas.
 
Um toma lá, dá cá que a história vai trazer de forma ainda mais clara à tona.
 
Em sua primeira semana de governo, Bolsonaro anunciou medidas e cortes consistentes nos gastos publicitários … especialmente nas verbas do grupo Globo.

A nova política tem eco social forte e consistente.
 
A população quer o fim das mamatas da Globo e o fim da rapinagem que aconteceu no Brasil.
Há uma nova ordem de posturas e de costumes no país , que repercute de modo muito positivo no âmbito nacional e internacionalmente.


As editorias dos noticiários da Globo colocam em primeiro plano e manipulam fatos envolvendo o senador Flávio Bolsonaro com nítido viés de tentar constranger o governo … afinal de contas, Flávio é o filho do presidente … um prato cheio para o grupo dos Marinho.
Se houve erros, é óbvio que devem ser esclarecidos e apuradas as responsabilidades.
 
Mas o eventual potencial ofensivo dos fatos não justifica a criação de um massacre editorial tentando colocar o governo na corda bamba.

Não vai pegar!


Assim como não pegou o esforço editorial da Globo para eleger Fernando Haddad e destroçar Bolsonaro.

 

 A nação está atenta, lúcida, tem a leitura clara do cenário político, sabe distinguir as situações, dando a cada fato o valor que ele tem.


A Globo terá muitas surpresas com mais esse ardil de potencializar fatos para constranger, barganhar e chantagear.

 

Ninguém mais embarca nesse jogo canalha.


É importante o ativismo nas mídias sociais, seguindo no contraponto para neutralizar a bandidagem.


Fonte: Brasil on Line