15/09/2026 - 15:40 - Gerais
Problema da baixa umidade se agrava hoje no Sertão da Paraíba e pode registrar clima mais seco que deserto do Saara
O problema da baixa umidade do ar e clima seco que vem assolando o interior da Paraíba nos últimos dias ficou ainda mais preocupante. Enquanto nos últimos dias, a umidade relativa do ar atingia entre 20% e 30 % , hoje deve atingir 12%. Para se ter uma ideia, o Deserto do Saara (África) apresenta média de umidade entre 14% e 20%.
Existem no momentos dois alertas de baixa umidade válidos emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet), sendo um da cor amarela e outro laranja.
Nas áreas afetadas pelos alertas de cor amarela, a umidade relativa do ar estará variando entre 30% e 20% até às 21h de hoje. Há baixo risco de incêndios florestais e à saúde.
Nas áreas afetadas pelos alertas de cor laranja umidade relativa do ar variando entre 20% e 12%. Há maior risco de incêndios florestais e à saúde. Ressecamento da pele, desconforto nos olhos, boca e nariz.
Sul Cearense, Sudeste Piauiense, Sertões Cearenses, São Francisco Pernambucano, Oriental do Tocantins, Centro-Norte Piauiense, Sul Maranhense, Sudoeste Piauiense, Leste Goiano, Extremo Oeste Baiano, Centro-Sul Cearense, Sertão Pernambucano, Noroeste de Minas, Vale São-Franciscano da Bahia, Centro Norte Baiano, Sertão Paraibano, Norte de Minas, Centro Sul Baiano e Norte Goiano.
Leste Goiano, Sul Cearense, Centro Sul Baiano, Vale São-Franciscano da Bahia, Ocidental do Tocantins, Central Potiguar, Sudeste Piauiense, Sertões Cearenses, Oeste Potiguar, Nordeste Baiano, Sertão Pernambucano, Leste Maranhense, São Francisco Pernambucano, Centro-Norte Piauiense, Sudeste Paraense, Nordeste Mato-grossense, Sertão Alagoano, Sertão Paraibano, Agreste Pernambucano, Norte de Minas, Noroeste Cearense, Borborema, Agreste Paraibano, Oriental do Tocantins, Jequitinhonha, Sudoeste Paraense, Norte Goiano, Sul Maranhense, Jaguaribe, Sudoeste Piauiense, Centro Norte Baiano, Centro Goiano, Extremo Oeste Baiano, Centro-Sul Cearense, Noroeste Goiano, Noroeste de Minas, Centro Maranhense, Norte Piauiense, Distrito Federal, Central Mineira, Agreste Alagoano, Agreste Potiguar, Norte Cearense, Sertão Sergipano, Norte Mato-grossense, Sudeste Mato-grossense, Vale do Mucuri.
Obtenha mais informações junto à Defesa Civil (telefone 199) e ao Corpo de Bombeiros (telefone 193).
Tempo seco e a saúde
O tempo seco pode trazer uma série de riscos à saúde e ao bem-estar, especialmente em períodos prolongados. Entre os principais problemas estão a desidratação, problemas respiratórios, irritação nos olhos, pele ressecada e aumento do risco de doenças infecciosas. Para minimizar esses riscos, é fundamental tomar alguns cuidados específicos.
A desidratação é uma das principais preocupações durante o tempo seco. A baixa umidade do ar faz com que o corpo perca mais água, aumentando a necessidade de ingestão de líquidos. Portanto, é crucial beber água regularmente, mesmo sem sentir sede, e evitar bebidas alcoólicas ou com cafeína, que podem contribuir para a desidratação no clima seco.
Os problemas respiratórios também são comuns em climas secos. A umidade baixa pode ressecar as vias aéreas, agravando condições como asma, bronquite e rinite alérgica. Utilizar umidificadores de ar em ambientes fechados pode ajudar a manter a umidade adequada, além de evitar a exposição a poluentes e alérgenos, como poeira e fumaça.
A pele e os olhos também sofrem com o tempo seco. A pele pode ficar ressecada e irritada, aumentando o risco de dermatites e rachaduras. Para prevenir esses problemas, é recomendável usar hidratantes e evitar banhos muito quentes e demorados, que removem a camada de proteção natural da pele. Para os olhos, o uso de colírios lubrificantes pode aliviar a sensação de ressecamento e irritação.
Outro cuidado importante no tempo seco é com o aumento do risco de doenças infecciosas. A baixa umidade pode facilitar a transmissão de vírus e bactérias, já que as mucosas ressecadas são menos eficazes na defesa contra esses agentes. Manter a higiene das mãos, evitar locais muito aglomerados e reforçar a limpeza de superfícies podem ajudar a prevenir infecções.
Mônica Melo – ClickPB
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