Queiroga sai em defesa de Flávio Bolsonaro e diz que caso Banco Master é “tempestade em copo d’água”: “a conversa do Lula não vaza”

18/05/2026 - 15:22 - Política

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Queiroga sai em defesa de Flávio Bolsonaro e diz que caso Banco Master é “tempestade em copo d’água”: “a conversa do Lula não vaza”

Queiroga sai em defesa de Flávio Bolsonaro e diz que caso Banco Master é “tempestade em copo d’água”: “a conversa do Lula não vaza”

 

O ex-ministro da Saúde e pré-candidato ao Senado pela Paraíba, Marcelo Queiroga, comentou a repercussão dos áudios envolvendo o senador Flávio Bolsonaro e o banqueiro Daniel Vorcaro. Durante entrevista, Queiroga rebateu as suspeitas levantadas contra o parlamentar e associou o Banco Master a nomes ligados ao Partido dos Trabalhadores.


Na avaliação do ex-ministro, o episódio faz parte de uma estratégia para desgastar politicamente a família Bolsonaro. Ele relembrou episódios anteriores envolvendo o ex-presidente Jair Bolsonaro e afirmou que há uma tentativa recorrente de criar crises contra o grupo político.


“Em 2018 eles tentaram matar o Bolsonaro, né? O militante da esquerda, não conseguiram pelas mãos de Deus. Em 2022 ali, 2023, eles inventaram um golpe da Disney. Não é? Agora eles vêm com essa outra narrativa querendo colocar o Banco Master no nosso colo. Quando o Banco Master tem o DNA do PT, surgiu na Bahia com Jaques Wagner, com Rui Costa, né? Quem tá lá? O Guido Mantega, o Lula, recebendo o Vorcaro em audiência fora da agenda. Eu queria ver a conversa do Lula com Vorcaro, essa não vaza, né?”, declarou.


Ao abordar o teor das conversas divulgadas, Queiroga afirmou que a relação entre Flávio Bolsonaro e o banqueiro ocorreu antes das denúncias envolvendo o Banco Master ganharem repercussão. Segundo ele, o investimento relacionado a um filme sobre Jair Bolsonaro tinha


“Na realidade, essa questão do filme, o Banco Master estava investindo naquele filme até porque ele teria direito à receita, né? E isso foi antes de estourar esse escândalo. O senador Flávio já deu as explicações devidas, e inclusive reiterou a necessidade de ter uma CPI do Banco Master, que só não foi aberta por conta do PT. Então, por que não abre a CPI do Banco Master para a gente ver quem na realidade tem envolvimento?”, afirmou.

 

 Apesar de admitir que o caso pode gerar desgaste momentâneo para o senador, Queiroga avaliou que os efeitos políticos tendem a diminuir com o avanço das explicações públicas.


“Naturalmente impacta, porque traz essas notícias que as pessoas à primeira vista podem ter uma interpretação distorcida. Mas à medida que os fatos ficam claros, a gente já vê que é uma tempestade em copo d’água”, disse.


As declarações repercutiram durante participação no programa Diário do Sertão.

 

 

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