Pais denunciam professora por furar cabeça de criança autista com seringa em creche de Monteiro

15/09/2026 - 15:43 - Policial

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Pais denunciam professora por furar cabeça de criança autista com seringa em creche de Monteiro

Pais denunciam professora por furar cabeça de criança autista com seringa em creche de Monteiro

Prefeitura Patos - PB

 

Os pais de uma criança de 4 anos com Transtorno do Espectro Autista (TEA) denunciaram uma professora de uma creche municipal de Monteiro, no Cariri da Paraíba, por supostamente ter furado a cabeça do menino com uma seringa durante uma aula. Segundo a denúncia, o caso aconteceu em juho, mas a família só foi comunicada pela instituição quase um mês depois. A situação foi registrada em um boletim de ocorrência na Polícia Civil. A professora foi afastada e é alvo de um proceso administrativo.


O caso teria acontecido em 7 de julho, mas, segundo a mãe, a família só foi comunicada pela escola no dia 3 de agosto, quase um mês depois.


Segundo os relatos registrados em documentos da creche e repassados pela mãe da criança, cuidadoras presenciaram a professora pegar o menino de forma brusca e perfurar sua cabeça com uma seringa com agulha, retirada de um estojo de lápis. O menino teria chorado intensamente e apresentado sangramento.


Ainda conforme os registros, após o episódio, a professora guardou a seringa, limpou o sangue da cabeça da criança com papel higiênico e perguntou às cuidadoras se elas haviam visto onde o menino teria batido a cabeça.


A professora negou à cuidadora e a professora de educação física da creche ter furado a criança. Conforme o relatório de ocorrência, ela afirmou que teria apenas dito que iria pegar uma seringa para repreender o menino e que, posteriormente, percebeu o sangramento e limpou a cabeça dele.


O g1 entrou em contato com a Secretaria Municipal de Educação de Monteiro para saber se houve alguma atualização sobre o processo administrativo, quais medidas foram adotadas após a denúncia e se a professora permanece afastada. Até a última atualização desta reportagem, não houve retorno.


Veja a matéria completa no G1 PB.


G1 PB